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Home > Informativos > Colaboradores da Saneatins participam do 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, em Recife-PE.
        Colaboradores da Saneatins participam do 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, em Recife-PE.

Estiverem presentes no 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, ocorrido  no período de 20 a 25 de setembro último, cuja  cerimônia de abertura ocorrida na noite do dia 20, contou com a presença de autoridades ilustres, dentre as quais, o Governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o Senador Pernambucano Marcos Maciel e Cassilda Teixeira de Carvalho, presidente da ABES, os colaboradores da Saneatins: Engenheiros: Airton Brun, José Manoel, Antonio Rodrigues, Daniella Faria e o encanador Joaquim Dares,  que focaram, cada um, respectivamente, nos seguintes segmentos: Combate à perdas de água; Tratamento de água e esgoto sanitário;  Licenciamento ambiental e disposição final do lodo gerado por ETE e  ETA e sistema com tratamento de reatores; Lodos ativados, filtros e reator biológico de leito móvel e desidratação e higienização de  lodo de ETE, e  o último, o Encanador, com uma sistemática diferenciada,  participou do 1º Campeonato de Operadores, competindo através de prova, na modalidade “Ligações Domiciliares”, com excelente resultado.
Conforme relato do Engenheiro Airton, que assegura ter assistido aproximadamente  25 palestras, o tema do Congresso  foi “Saneamento Ambiental: Universalização é Justiça Social”, e como, “combate à perdas de água” foi o assunto focado por ele,  foi possível observar através das palestras, que o combate às perdas deve seguir um caminho, ponderou, enumerando: a Hidrometração, onde na sua opinião a Saneatins se encontra bem, pelo fato de estar com 100% de suas ligações hidrometradas, além de possuir  hidrômetros novos; depois vem a  Setorização e  a Redução de Pressão, esta, segundo os palestrantes sinalizaram, quanto maior a pressão, maior a probabilidade de vazamentos, ou melhor,  diminuindo a pressão, reduz-se entre 30 a 40% o índice de vazamentos.
Foi possível identificar também, conforme colocou Airton,  que a SABESP é a líder no assunto de combate a perdas,  com um índice médio de perdas entre 20 a 25%, que a empresa desenvolve um trabalho cada vez mais complexo de combate, em função da disponibilidade de água na cidade de São Paulo ser pequena, inclusive, observou o engenheiro, que o volume produzido em 2008 foi o mesmo de 2007.
Já na concepção do Engenheiro José Manoel,  pelos trabalhos técnicos apresentados no âmbito de esgotamento sanitário, não houve inovações  que pudessem contribuir e/ou trazer benefícios para a  realidade da Saneatins, pois os sistema da empresa são muito bem estruturados, enfim, as tecnologias que foram apresentadas, já foram testadas ou já estão sendo aplicadas pela empresa. No tocante aos resíduos sólidos produzidos nas estações de esgoto, para José Manoel, ainda é um desafio para a Saneatins, haja vista as incertezas sobre  os parâmetros apresentados com relação às exigências sobre as quais dispõe a legislação pertinente. Com relação ao tratamento de água,  o engenheiro assinalou:  que  buscou  focar sua atenção nos trabalhos técnicos apresentados sobre a interferência das algas no  processo de tratamento de água, cuja problemática foi recentemente enfrentada pela empresa na Estação de Tratamento de Água de Paraíso do Tocantins, requerendo um criterioso estudo para modificação da tecnologia hoje utilizada na ETA. Da mesma forma mereceu  atenção também o debate sobre Plano de Segurança da Água – Uma nova abordagem de controle de qualidade da Água para Consumo Humano,” uma tendência que busca a implantação de programas que possibilitem avaliar praticas operacionais e de gestão em todas as unidades operacionais, a fim de minimizar fatores de riscos à saúde  em sistema de abastecimento de água. Este assunto foi debatido pelo presidente da AIDIS – Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental,  que contou com palestrantes de diversas Instituições como BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, Ministério da Saúde, IWA – International Water Association, inclusive, a este respeito, a Gerencia de Desenvolvimento e Controle de Qualidade da Saneatins, da qual o engenheiro é o titular, pretende iniciar estudos/treinamentos, ou seja,  desenvolver alguns trabalhos para 2010, visando a implantação de programas de gestão para ingressar nesta abordagem do Plano de Segurança da Água, prevendo  que poderá  ser exigido já na próxima revisão da portaria 518/MS”, finaliza José Manoel.
O engenheiro Antonio Rodrigues, ao se referir aos trabalhos técnicos na área de licenciamento ambiental, observou que foram apresentados novos indicativos  para mensurar os impactos ambientais na área de saneamento básico, e  que uma das ferramentas é a matriz estratégica de impacto ambiental que utiliza como um de seus indicativos o IQA (Índice de Qualidade de Água) bruta. Outro trabalho  que me  chamou atenção foi  a utilização do traçador de cafeína (parâmetros) na identificação de poluição de rios com esgoto doméstico, sinaliza Rodrigues, como uma boa opção/parâmetro para aplicação aqui, por fornecer os resultados das análises  em menos de  duas horas. Já com relação aos trabalhos de disposição final de lodo de ETA, o engenheiro destacou duas linhas de pesquisa: a primeira, utilização do lodo como matéria prima para confecção de tijolos e a segunda, sua aplicação na estação de tratamento de esgoto para aumentar a eficiência de fósforo e nitrogênio.
A engenheira Daniella, que  focou sua atenção nos estudos pertinentes aos  “Efluentes Sanitários e Industriais: caracterização, coleta, tratamento, disposição, reuso, lodos e biossólidos” enfatizou que dos trabalhos técnicos apresentados por profissionais de grande renome no Congresso,  o que mais lhe chamou atenção foi  sobre Gerenciamento de Escuma, por ser um dos problemas operacionais possíveis de ocorrer na empresa, cujas discussões possibilitam melhorais para o projeto e operação de reatores UASB. As principais razões para a formação e acumulação de escuma em reatores UASB, segundo observou a engenheira, são: a elevada carga de sólidos suspensos; a grande quantidade de óleos e graxas; o arraste de partículas de lodo biológico do compartimento de digestão para o compartimento de decantação; e a adsorção de ácidos graxos de cadeia longa, resultantes da hidrólise de lipídeos, sobre lodo granular, cujas propostas para as melhorias pontuadas foram por ela devidamente computadas.
Outro aspecto, que segundo Daniella lhe chamou atenção foi  o fato de não ter sido apresentado nenhum estudo que avaliasse o desempenho dos Reatores Biológicos de Leito Móvel (MBBR) utilizando como meio suporte o “conduíte corrugado”, o que na sua concepção a Saneatins sai na frente, pois além de deixar evidente a importância dos estudos que estão sendo desenvolvidos pela  empresa com a finalidade de baratear o custo da implantação de unidades que utilizam meios suportes para formação e aderência do biofilme, inclusive, Saneatins é a única empresa de saneamento em que o Reator Biológico de Leito Móvel já se encontra em fase de implantação, finaliza a engenheira Daniella Faria.
Além das palestras e dos trabalhos técnicos, houve o Campeonato de Operadores que consistia na montagem do Padrão e Ramal de Ligação de Água, do qual o encanador do Distrito de Palmas, Sr. Joaquim Dares participou juntamente com mais 5 encanadores das seguintes Companhias: SABESP (São Paulo),  SANEPAR (Paraná), COPASA (Minas Gerais), COPEMSA (Pernambuco) e CORSAN (Rio Grande do Sul). Nesta competição cada competidor deveria fazer a montagem de uma ligação de água seguindo os procedimentos de uma cartilha apresentada 2 dias antes da competição,  venceria quem fizesse a ligação em menos tempo, o Encanador Joaquim trouxe em sua bagagem, além da experiência, a  conquista obtida pela sua participação.
A equipe classificou como boa a participação da empresa, que foi elogiada pela presidente da ABES, e registra os agradecimentos aos gestores da Saneatins,   pela oportunidade de participarem de um Congresso desse nível, ressaltando  que,   adquiriram  novos conhecimentos, conseguiram  obter uma visão da empresa com relação às demais no contexto nacional, e acima de tudo, pela possibilidade de estarem aptos a  contribuir significativamente na tomada de decisões para melhorar índices importantes dentro da Saneatins. Foi unânime este posicionamento. 

 
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